Mongólia: Antiga aluna organiza exposição de escrita tradicional mongol

Mungunbolor é uma jovem antiga aluna do Instituto Técnico Dom Bosco de Ulaanbaatar, a capital da Mongólia. Em dezembro de 2021, organizou uma exposição de escrita tradicional mongol. Uma forma de agradecer e retribuir a ajuda que recebeu na sua formação.

Mungunbolor trabalha na administração da escola desde 2011. Após a conclusão da formação, foi assistente na biblioteca e, em 2013, os salesianos patrocinaram os seus estudos universitários, que lhe proporcionaram uma especialização em Linguística Mongol e Escrita Tradicional Mongol. Mungunbolor formou-se em 2017 e, em dezembro de 2021, organizou uma exposição sobre a escrita tradicional mongol no Instituto Técnico Dom Bosco. Uma forma de agradecer e retribuir a ajuda que recebeu na sua formação.

Apesar de não ser católica, Mungunbolor transcreveu alguns trechos célebres das Cartas de São Paulo, como o “Hino à Caridade”, e algumas frases de Dom Bosco para a escrita tradicional mongol. “Reconheço nestas palavras mensagens muito poderosas que as pessoas precisam de conhecer”, em especial os jovens alunos do Instituto Técnico Dom Bosco, onde a exposição está patente. “Frases que eu quis usar para transmitir algumas mensagens aos visitantes da minha exposição e, em especial, aos alunos da escola”, explica.

Em agosto de 2021, o Ministério da Cultura da Mongólia e várias outras instituições de promoção cultural, selecionaram um grupo de professores de língua mongol nas escolas secundárias públicas do país para reescrever a História Secreta da Mongólia na escrita tradicional. A antiga aluna do Instituto Técnico Dom Bosco passou no teste, juntamente com cerca de 80 professores.

Mungunbolor defende que a escrita tradicional mongol é um “tesouro” para o país que deve ser preservado.

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A História Secreta da Mongólia foi escrita em três formatos: um pergaminho de 60 metros de comprimento – o resultado mais espetacular; um painel de parede de 3,2×4 metros e, por fim, num grande tomo de 50 páginas.

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