JMJ 2023: Jovens portugueses recebem os símbolos das Jornadas

Decorreu no último domingo, 22 de novembro, Solenidade de Cristo Rei, a cerimónia de entrega dos símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude, que Lisboa vai acolher em 2023.

A Cruz Peregrina, com 3,8 metros de altura, foi entregue a Fernando Vieira, da Diocese de Braga, Guilhermino Sarmento, de Lisboa, e João Amaral, da Diocese das Forças Armadas e de Segurança. A réplica do ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, que retrata a Virgem Maria com o Menino nos braços, foi entregue a Tatiana Severino e Daniela Calças, respetivamente das Dioceses do Porto e de Lisboa.

Na Missa presidida pelo Papa na Basílica de S. Pedro no Vaticano, Francisco anunciou que o Dia Mundial da Juventude passará a ser celebrado nas dioceses de todo o mundo no Dia de Cristo Rei e não no Domingo de Ramos, como até aqui, e pediu aos jovens para viverem grandes sonhos praticando as “obras de misericórdia” que são “as mais belas obras da vida”.

A Eucaristia foi concelebrada pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, pelo Cardeal D. José Tolentino Mendonça, pelos coordenadores da JMJ e Bispos Auxiliares de Lisboa, D. Joaquim Mendes e D. Américo Aguiar, pelos sacerdotes Pe. Filipe Diniz, diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, Pe. José Alfredo Patrício e Pe. António Estêvão Fernandes, reitor e vice-reitor do Colégio Pontifício Português, que colaboram com as atividades da JMJ 2023, em Roma, e pelo prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, Cardeal D. Kevin Farrell.

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, que tutela a área da juventude, participou na cerimónia, em representação do primeiro-ministro de Portugal.

A delegação portuguesa incluiu jovens das dioceses de Viana do Castelo, Funchal, Beja, Bragança-Miranda, Portalegre, Vila Real, Coimbra, Porto, Lisboa, Lamego, Braga e ainda a Diocese das Forças Armadas e de Segurança.

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A entrega dos símbolos pela delegação do Panamá, que acolheu a última JMJ em janeiro de 2019, à delegação portuguesa deveria ter acontecido em abril, mas devido à pandemia de covid-19 foi adiada. No próximo ano, os símbolos vão percorrer as dioceses portuguesas e países de língua portuguesa.

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