Durante uma semana, o grupo procura identificar situações de exclusão, rotulagem ou julgamento presentes na escola, na comunidade ou entre os próprios jovens.
Podem ser situações como:
- alcunhas ofensivas;
- exclusão de colegas;
- comentários depreciativos;
- preconceitos;
- conflitos antigos.
O desafio consiste em criar uma ação que promova acolhimento e reconciliação.
Por exemplo:
- campanha de palavras positivas;
- mural de reconhecimento;
- dinâmica de valorização das qualidades;
- momento de reconciliação;
- ação de integração de pessoas mais isoladas.
No encontro seguinte o grupo reflete:
- Que "pedras" encontrámos?
- Que pessoas estavam a ser atingidas?
- O que fizemos para as fazer cair?
- O que aprendemos com Jesus e a mulher adúltera?
Porque neste Evangelho acontece algo extraordinário:
A mulher não é a única que se levanta.
Também os acusadores são convidados a mudar.
E as pedras deixam finalmente de ser a última palavra.
