Durante uma semana, o grupo procura identificar "cruzes" presentes na comunidade.
Podem ser:
- idosos que vivem sozinhos;
- famílias em dificuldade;
- colegas sobrecarregados;
- espaços degradados;
- pessoas recentemente enlutadas;
- situações de exclusão.
O grupo escolhe uma dessas realidades e pergunta:
"Como podemos ajudar a carregar esta cruz?"
Depois organiza uma ação concreta.
No encontro seguinte reflete:
- Que cruz encontrámos?
- Como a ajudámos a carregar?
- O que sentimos?
- O que aprendemos sobre serviço?
Porque Simão de Cirene recorda-nos uma verdade profundamente humana e cristã:
Há cruzes que não podemos eliminar.
Mas nenhuma cruz deveria ser carregada sozinha.
