Uma notificação sem remetente. Imagina receber repetidamente uma mensagem com apenas o teu nome. Sem número. Sem explicação. “Miguel.” “Ana.” “João.” Até perceberes que a pergunta não é “quem me está a chamar?”, mas “porque é que isto não me deixa indiferente?” Há chamamentos que começam como inquietações.
Recurso complementar
