Santidade Juvenil em dia de São Martinho

Salesianos de Mirandela: Santidade Juvenil em dia de São Martinho

Os Salesianos de Mirandela organizaram a Festa da Santidade Juvenil em dia de São Martinho. A atividade pretendeu que os jovens tivessem conhecimento e se aproximassem de verdadeiros exemplos da santidade juvenil salesiana.

No dia 11 de novembro a paróquia de S. João Bosco em Mirandela celebrou a santidade juvenil com todos os grupos de catequese e catequistas.

O programa incluiu a festa das castanhas (magusto de S. Martinho), com divertimentos diversos, tempo de reflexão, teatro educativo, convívio, sumos e bolos, terminando com a celebração Eucarística das 19 horas, presidida pelo Pároco, Pe. João de Brito Carvalho.

“Do sonho à santidade” foi o tema que norteou os momentos de alegria, entusiasmo e boa disposição partilhada por todos. Na Eucaristia foi apresentada a “receita” que Dom Bosco deu um dia a um jovem chamado Francisco Besucco: “Se queres ser bom, basta que pratiques três coisas: Alegria, Estudo, Oração”.

Uma vasta equipa dinamizou todas as atividades da Festa da Santidade Juvenil em dia de São Martinho: acolhimento, narração da vida dos santos juvenis, jogos tradicionais, animação musical e um miniteatro sobre o “Milagre das castanhas”.

Conta-se que no domingo seguinte à festa de Todos os Santos de 1849 D. Bosco levou os rapazes todos ao cemitério para rezar pela alma dos defuntos. Ele tinha prometido ao grupo que, ao voltar ao Oratório, todos comeriam castanhas cozidas. Foi ele mesmo que pediu à Mãe Margarida para lhe comprar três grandes sacos de castanhas, mas por engano ela apenas cozeu três ou quatro quilos.

O primeiro a detetar o engano foi o jovem ecónomo José Buzzetti, que ao regressar antes da pequena multidão, fez rapidamente as contas e percebeu que a promessa de D. Bosco não ia ser cumprida.

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Na confusão e barulheira da chegada ao oratório, Buzzetti não conseguiu explicar logo o que se passava a D. Bosco que entretanto pegou numa cesta e começou a distribuir de forma generosa as castanhas. Mesmo quando se apercebeu que algo se passava, D. Bosco apenas disse: “Eu prometi as castanhas aos rapazes, não lhes quero falhar.”

Dito isto continuou a distribuir da mesma forma as castanhas, não fazendo caso da fila enorme que ainda faltava saciar. Uma mão cheia de cada vez até só sobrar um pequeno punhado no final do cesto. Foi aí que se deu o milagre. Perante o olhar incrédulo dos mais próximos, D. Bosco continuava a tirar castanhas sem que a quantidade destas diminuísse no cesto. Foi assim, diz-se, que os 400 rapazes tiveram as prometidas castanhas.

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