Itália: Projeto procura formar jovens camionistas para sector com falta de trabalhadores

Os Salesianos são um dos parceiros do “Projeto Jovens Condutores”.

Em Itália faltam 180 mil condutores de veículos pesados de mercadorias, camiões e atrelados. A afirmação foi feita por Franco Fenoglio, um dos responsáveis da União de Empresas de Transportes Internacionais italianos que no início do mês de outubro organizou várias apresentações do “Projeto Jovens Condutores” em escolas italianas. A iniciativa do Ministério das Infraestruturas e dos Transportes italiano, através do Conselho Nacional dos Transportes Rodoviários, com as associações do setor, empresas de transportes, escolas de condução e fabricantes de veículos industriais, pretende formar jovens condutores profissionais.

Os Salesianos são também um dos parceiros do “Projeto Jovens Condutores” através do Centro Nacional de Obras Salesianas – Formação e Atualização Profissional, uma das maiores entidades de formação profissional em Itália com 64 centros de formação profissional espalhados em 17 das 20 regiões de Itália.

Em Bari, no Instituto Salesiano “Redentore”, decorreu uma das apresentações para explicar aos jovens que o motorista do futuro será mais que um condutor, gerindo por computador, numa cabine com alta tecnologia, o equipamento de bordo e mantendo contactos por redes de telecomunicação com empresas e empregadores. No futuro, afirmaram os representantes da União, as cabines também irão melhorar o conforto, permitindo melhor descanso, e será possível fazer a higiene pessoal, fazer desporto e estar em contacto com família e amigos. Este aspeto agradou particularmente o Pe. Angelo Santorola, Provincial Salesiano da região da Itália Meridional, que assistiu à apresentação, louvou a iniciativa e sublinhou a harmonia do Projeto com o programa educativo dos Salesianos.

Franco Fenoglio lembrou que 85% do transporte de mercadorias dentro da Europa é rodoviário e que o setor dos transportes é uma área com grande empregabilidade em Itália neste momento.

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As 500 vagas do primeiro curso foram todas preenchidas, segundo as listas publicadas no site do Projeto.

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